terça-feira, 21 de dezembro de 2010


Célia Brandão Gomes de Castro. O que resta agora é somente seu nome. Em sua vida, dei um fim. Em seu corpo, apenas as marcas de cinco longos e prazerosos (ao menos para mim) dias de tortura. Ela me implorou para matá-la, pois não aguentava mais sofrer... Apenas atendi seu pedido. Com um tiro, dei a ela o fim merecido. Agora, não poderá ter um filho com meu amor, e nem poderá mais expor seu baixo nível em programas estúpidos de televisão. Se foi por ciúmes? Não, foi por ódio mesmo. Mas antes disso, foi por amor. Como ela terá um filho agora? Para quem ela irá se expor? Para quem ela dirigirá suas falsas e nojentas palavras? Que ela escute meus risos e minhas mais sinceras gargalhadas de onde quer que ela esteja. Agora Célia não alimenta mais o sonho que ela tinha com meu homem. E me sinto ótima em saber que acabei com sua vida. Aquele barulho do tiro foi como uma música para meus ouvidos, a cena de você me olhando com lágrimas e implorando salvação foi um colírio para os meus olhos, a imagem do seu corpo caindo lentamente ao chão foi mais engraçado que uma peça de comédia. Não tenho mais essa pedra atrapalhando meu caminho. Estou sossegada e feliz, acabo de matar minha arquiinimiga. Enfim, finalmente encontrei a paz no meu coração. E por pensar que demorei dois anos para encontrar minha felicidade que custou apenas o fato de eu apertar um gatilho, e disparar uma bala que me trouxe tanta alegria. Descanse em fúria "querida Celinha".

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