sábado, 27 de novembro de 2010


Uma amiga que dura mais de quatro anos, uma amiga que esteve comigo por meio século. Que me contava tudo, e ao mesmo tempo ouvia todas as parafernalhas que eu tinha a dizer. Que estava comigo dos momentos mais tolos ao mais importantes. Aquela amiga, cuja qual com ela nunca briguei, nunca passei um dia se quer sem conversar. Sem discussões, aliás, as vezes até temos, mas cinco minutinhos depois estamos rindo e fofocando como sempre foi. As vezes acredito que você duvida do meu amor, duvida da sinceridade dos meus sentimentos, mas saiba que os mesmos por você... São os maiores e os mais verdadeiros. Nunca se esqueça que vou estar aqui com você sempre que você precisar. Vou te dar meus conselhos que as vezes dão certo, outras vezes são capazes de quase acabar com sua vida, ou não. Mas saiba que os dou apenas querendo o seu bem, e sempre vai ser assim. Obrigada por tudo, absolutamente tudo. E eu sei que não sou uma amiga perfeita, mas quem é? Eu tento ser, mas me diga... Quem é? Não sabe dizer? Pois eu respondo, essa amiga perfeita é ninguém mais que você. Sara Marinho Mariano, eu te amo muito irmã!

Tenho medo de estar esperando demais de algo que não venha a ser realizado. Medo de criar conclusões certas sobre os sentimentos de alguma pessoa. Por que tenho medo? Porque sempre fiz isso, e sempre aconteceu pelo lado ruim. Me apeguei a um medo inexplicável que existe em meu interior desde que comecei a enfrentar problemas maiores e obviamente mais sérios. Não sei se é normal tê-lo, não sei se é normal pensar como penso. Tenho medo de "quebrar a cara", mesmo sabendo que é assim que as coisas funcionam e que é assim que você aprende da melhor forma possível. A vida é como a Física, não basta você fazer planos, não basta você saber ler um problema e entende-lo, trata de você saber a fórmula para que você consiga chegar ao resultado certo, e é na prática que se aprende de um modo melhor. Tenho medo de muitas coisas, mas se tem algo que jamais me amedrontará é a vontade de tentar, disso sim eu não desisto nunca, não me abstenho jamais.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010


Eu nunca tive que dizer adeus, você deveria saber que eu não ficaria. Enquanto você estava falando sobre nossa vida, acabou matando a beleza de hoje. Para sempre e sempre. A vida é agora ou nunca. O para sempre nunca voltam (as pessoas amam e se vão). Você nunca me verá novamente, não importa o que você faça. Então agora quem vai chorar por você? Você nunca me ouviu quebrar o seu coração. Você não acordou quando nós morremos. Eu estava só desde o começo, acho que o fim é meu para escrever. Então agora quem vai chorar por você? (Cry for you - September)

É impressionante a capacidade dos outros de quererem saber e principalmente opinar sobre a minha vida, quando nem eu mesma. Muita gente não me conhece mas acha que é muito bom em dizer o que e certo e em apontar os meus erros. Quase sempre estou em dúvidas, mas isso não dá o direito aos que não sabem absolutamente nada sobre o que passo em determinado momento. Não quero que pirralhos desocupados venham tentar impor limites e também dizer o que devo ou não fazer. Cuidei da minha vida durante longos quatorze anos, e acho que não é agora que vou voltar mentalmente ao tempo em que eu precisava de uma babá. Não quero saber o que pensam dos meus atos, afinal eles são meus, sou eu quem os escolho, os faço e pago pelas consequências dos mesmos também. Literalmente, o problema é meu.  O que eu sou, o que eu quero ser ou o que eu serei não tem nada a ver com o que as pessoas querem que eu seja. Sou confusa, estou confusa. Nunca sei resolver bem meus problemas, mas quando isso ocorre, cabe a mim decidir quem vou procurar nos momentos em que eu preciso de ajuda. Não preciso que terceiros contem sobre minha vivência aos quartos que nem me conhecem. E o meu problema é só meu, as pessoas perguntam e se incomodam porque não entendem. Mas é isso aí, palhaços, desocupados, retardados e superficiais, vivam o que eu vivo, já que a existência de vocês é tão pequena ao ponto de que busquem falar (mal ou bem) sobre o que faço.